Que graça que há
em desvendar os mistériso da vida,
Quando o homem descobrir isso,
Já não terá graça viver.
Todos faram a mesma coisa,
Não mudará nada,
Quando desvendarem a vida.
Só que saberam, o porque de fazerem.
E ainda olho aqueles tentando devendar o amor,
Sendo esse, um dos mistério, para que saber,
Ah, por favor alguém com os sentidos mais apurados,
Ouça o meu grito, Basta viver, Basta amar.
Não tentem controlar aquilo que segue seu curso,
Não tentem manipular aquilo que não questiona.
Deixe-me viver sem interrupções,
Deixe-me viver como o vento.
Sem filosofias de "por que".
Na sabedoria de apenas fazer,
as pás do moinho dá vida girar,
desfragmentando sentimentos
Num saber intuitivo,
Com a graça de viver.
em desvendar os mistériso da vida,
Quando o homem descobrir isso,
Já não terá graça viver.
Todos faram a mesma coisa,
Não mudará nada,
Quando desvendarem a vida.
Só que saberam, o porque de fazerem.
E ainda olho aqueles tentando devendar o amor,
Sendo esse, um dos mistério, para que saber,
Ah, por favor alguém com os sentidos mais apurados,
Ouça o meu grito, Basta viver, Basta amar.
Não tentem controlar aquilo que segue seu curso,
Não tentem manipular aquilo que não questiona.
Deixe-me viver sem interrupções,
Deixe-me viver como o vento.
Sem filosofias de "por que".
Na sabedoria de apenas fazer,
as pás do moinho dá vida girar,
desfragmentando sentimentos
Num saber intuitivo,
Com a graça de viver.
JOTA "Viva,Viva,Viva"
Faz graça e me beija.



