O corpo voltando a sua forma original
No tempo de comentar alguns versos
Vai colocando no lugar tudo que escorreu
Pontifica a minha frase sem ponto final
Pesa o valor do riso e comercializa o caráter
A chuva vai caindo lá fora enquanto a brasa arde
E não ah quem diga que o fim não seja bom
Cocho mais um desses ovos do conhaque
E nasce um hibrido,
Um eu com os pulmões cheios do mal do mundo
Mas com a mente cheia de curas milagrosas
Tusso duas vezes, e sorrio o tempo que faltar.
Vasos
Marcadores: Poesia | author: Jota ReisSolstício
| author: Jota ReisFim do mundo, depois fins de semana
Sai meio esotérico e meio sexta feira
Sorte e sorrisos na concha acústica
As costas no chão no palco da convenção
Não param de chegar, contadores de brisa.
O sábado sóbrio pelo sol, ébrio ás de River.
Tequila, um brinde a quem morrer?
Novamente no chão, pela perna que engana
Domingo bom é aquele que começa com ressaca
Dividindo o copo de água da nostalgia
Amigos almoço planejado, viramos parodia
O observador de nimbos disse que vai chover.
Eu acreditei e na segunda chovia
Então soltei uma nimbos, pedaço de era
A tempestade se foi quando o sol sumia
A brisa noturna trouxe o aviso da primavera.
Sinto saudades
Marcadores: Poesia | author: Jota ReisApenas isso poderia bastar, mas quem sou eu para falar menos sobre saudade.
Por que a saudade não cala, ela fala tudo que falta, e suspira o que ficou.
E da palavra, a lembrança e cada suspiro, uma leve dor.
Como fala quem ficou, como nunca sabemos se lembra quem foi.
Não sabe o porquê de não ir, e mesmo se fica, não está ali.
Saudade perigosa que só lembra coisa boa, tenho medo.
Se lembrar coisa ruim não é saudade, por isso saudade é mentirosa.
Mas não é falsa. Mesmo sendo boa, equilibra no aperto do peito.
Pede passagens e leva nossa viajem pra quem já viajou.
Ampolas de Drinks
Marcadores: Informativo Poético | author: Jota ReisEnviei um texto para o Ivan Cardozo,
que ele colocou em seu blog (Dedada Brutal).
Muito Obrigado Ivan e parabéns pelo blog.
Deêm uma olhada: Ampolas de Drinks



