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Jaz

20 dezembro 2010

Véspera

Rainha de MidasRugas natalinasA crueldade por trás do inocenteQue justifica o ato de sobrevivênciaOs dentes que me mostraSão os mesmos que me mordemMeu presente de NatalEu tenho medo de desembrulharSigo sangrando a punhaladaDançando no risco da facaPerdoando meus errosE ao outros que não julgoNão tenho o que perdo...

20 novembro 2010

Cociente da sociedade

Um clima melhorÁgua pura rastejando pelas pedrasChega à chuva raia o solRendo-me ao meu habitat naturalSenhor da Selva de pedraNão espero que compreendaTer metros de harmonia ao seu redorTer meras pedras ao redorTraga energia elétrica como o solQue brilha para todos ao amanhecerTragam os rios as torneirasSem que percam seu saborTodas as coisas como presentes de mãeOfereça mais que a concorrênciaToda maquina funcionando em harmoniaE sem efeitos colateraisVislumbramos uma diferençaEntão parem com os protótipos defeituososQue crescem ao redor das igrejas e fontesReciclem o que já destruíramVersos retirados do olho do furacãoE jogados contra uma...

01 julho 2010

Futuro

Logo arrumarei nosso mundo Colocarei a peça que falta da engrenagem Lavarei a alma do ser imundo Chegarei do ciclo infinito dessa passagem Vou gritar o segredo da vida Assim tudo vai fazer sentido Apaziguarei amigo e inimigo Mudarei o sentido de partida E e i Estão sempre no fim do que farei Ei As duas vogais de onde começarei Jota “Aos momentos Completos” Pemas a Modin...

Invferno

A mão incorpórea adentra o corpo Segura e aperta a única coisa que sente Semente de amor sufocada no ventre O coração palpita até que para Tudo vira silencio A mão ainda aperta o peito Fica quieto, não murmure sonetos Sonha o gesto, sente o elo Talvez sim não doa Entoa um suspiro talvez Troca as palavras da minha boca Toca a musica dos meus olhos Ouve a melodia que separa Os dois que vêem um Sem a batida do peito Perdido, sem ritmo feito Jota “Aos Momentos Incompletos” Poemas á Modinha,...

28 junho 2010

Ilha idílica

Quero o tempo como extensão da minhas palavrasQue nunca acabe antes do fim da fraseQuero torcer o espaço, quebrar as linhasQuero meu querer sendo a unica realidadeCada produto é feito por vontadeDo bruto da alma lapido as escolhasE joias preciosas guardo em bolhasQue estouram nas bifurcões da saudadeEnquanto tento falar mais que o tempoEle rebelde insiste no meu atrazoSigo assim sem ritmo quebrando o prazoEm domingos que superoE segundas que não aguento.Jota R...

Nem sempre, nem nunca.

Foi assimA inspiração veio, trouxe malas de dinheiro e partiu.Sorte no jogo azar no amor.Troquei a poesia por Poker.Ganhei no Poker.No amor...

16 janeiro 2010

Escolha

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